As principais características de um vendedor de sucesso.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Controle a ansiedade, pois ela pode passar para o cliente a idéia de que você não pode perder a venda, e esse sentimento certamente prejudicará a venda.Não apresente soluções sem antes conhecer os problemas, tentando advinhar as necessidades do cliente, isso fará você perder tempo e o cliente pode se sentir desconfortável.É comum pensarmos (nós vendedores) que pensam certo as pessoas que concordam com os nossos interesses. Jamais decida na incerteza.Pré-julgar um cliente pode ser fatal quando não dispomos de informações concretas a respeito das suas necessidades. Todos merecem o mesmo tratamento.Valorize sua imagem, o seu talento e seja um profissional que transmita confiança, seriedade e principalmente credibilidade. Não importa o produto ou serviço que você vende, o cliente sempre vai comprar primeiro a sua imagem pessoal.Pense que vender é ajudar o cliente em sua decisão de compra, vendemos mais que produtos ou serviços, vendemos conceito, sonhos e valores.Agradeço pela participação nesta conceituada revista e me coloco a disposição para novas matérias.
Alex Ribeiro - Consultor de Marketing
O barato que pode sair caro
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
O custo de servir continua o mesmo, o que é reduzida é a margem de lucro, que é como asseguramos os recursos para o nosso crescimento (de outra forma, tudo o que entra de receitas sai em despesas..).Mas.. do ponto de vista do cliente, o critério mais claro e objetivo a ser usado numa decisão de compra quando tudo o mais parece similar continua sendo... preço.O que fazer então?1- Ser eficaz no gerenciamento dos nossos custos internos (fixos e variáveis) é fundamental;2- Mostrar-se claramente diferenciado para um mercado claramente definido é chave. Essa diferenciação vai exigir um conhecimento crítico dos nossos pontos fortes e fracos, ameaças e oportunidades, e um conhecimento real da concorrência, do mercado, do público-alvo e dos potenciais canais de vendas. Vai exigir uma clara definição de público-alvo e um diferenciado posicionamento na relação "custo x benefício" que oferecemos a este público. E vai exigir também a venda por prova através da apresentação de métricas geradas a partir do uso dos nossos produtos e serviços. Complicado? Não, mas atalhos devem ser evitados. A venda é construída como em uma engenharia.. a engenharia de vendas...
Fonte: http://aisapereira.blogspot.com
Entrevista Revista VendaMais: Como esolher um fornecedor para desenvolver seu site de vendas?
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
INTERNET
Como esolher um fornecedor desenvolver seu site de vendas?
A revista publicada este mês de novembro, tem na matéria em questão, a participação de outros profissionais da área. Para publicação na revista é feita uma edição e síntese dos principais pontos de vista de cada entrevistado.
Abaixo, disponibilizo aos meus queridos clientes, amigos e visitantes do meu site, a matéria na íntegra.
Espero que gostem das dicas, boa leitura.
Alex Ribeiro -Consultor em Marketing Digital
contato@alex.ribeiro.nom.br

1 - Como escolher um bom fornecedor para desenvolver o site de uma empresa?
Hoje temos a disposição muita oferta e o segmento de desenvolvedores de sites ficou um pouco banalizado ao longo dos últimos anos com o famoso: “Obrigado, mas meu sobrinho vai fazer o meu site”. Isso para citar um dos muitos argumentos utilizados por muitas empresas e profissionais que estão deixando na mão de seus parentes (não tenho nada contra, desde que sejam bons não somente em produzir um site, mas em marketing também) uma das filiais da sua empresa. A escolha deve ser criteriosa e levar em consideração alguns fatores.
Procure empresas com experiência no desenvolvimento de Tecnologias, solicite indicações para empresas ou profissionais que conhece. Analise o portfólio, entre em contato com os clientes e teste os serviços oferecidos.
Solicite links de trabalhos realizados e informações sobre prazo de entrega dos serviços. Desconfie de promessas e anúncios como, seu site grátis, site em 2 dias, sites a partir de 49,00 e por aí vai.... O barato às vezes sai caro (sei que é jargão antigo, mas ainda é muito valido).
2 - Atualmente, com o advento do e-commerce, muitas empresas estão adaptando seu site para que, além de informações sobre produtos, serviços e mercado, ele tenha condições de disponibilizar a venda online. O que a empresa deve fazer para buscar um prestador de serviço de qualidade que não só desenvolva um site com boa usabilidade como crie um serviço de e-commerce bem estruturado?
Exitem dois tipos de e-commerce, o B-TO-B (Business to business) que é o de empresa para empresa, e o B-TO-C(Business to consumer) que é a venda feita ao cliente final.
Em qual desses universos sua empresa se encaixa? Você precisa dessa resposta antes de escolher um fornecedor.
Empresas de grande porte costumam ter equipe interna própria para desenvolver e acompanhar a filial on-line. Desde programadores, webdesigners e profissionais da área de Marketing. Algumas terceirizam essas áreas para empresas/fornecedores com experiência e um bom portfólio.
Caso não seja o seu caso, recomendo empresas que ofereçam não somente o desenvolvimento da plataforma comercial (E-commerce), como também consultoria. Conheço muitos empresários que decidiram comprar uma plataforma comercial e depois se viram com grandes problemas. Problemas do tipo, e agora como vou entregar o que vendi? Quem vai entregar para mim? Eu é que vou ser o responsável por enviar um produto toda vez que chegar um pedido?
Você também irá precisar que o seu fornecedor ofereça Navegabilidade e Encontrabilidade para sua plataforma.
Navegabilidade: Seu site (filial on—line da sua empresa) precisar ser desenvolvido para o público e não para você ou para o seu webdesigner. Ter informações claras, objetivas e fáceis de serem encontradas por qualquer pessoa independente da sua experiência como usuário de internet.
Encontrabilidade: Analiso muitos trabalhos e recebo muitas reclamações de pessoas que conheço ou que me encontram dizendo, “mas meu site é tão bonito” porque não vendo, porque não recebo visitas? A resposta é simples: Sua empresa precisa ser encontrada.
Você precisa muito mais do que uma plataforma comercial (e-commerce), precisa de uma empresa que desenvolva um PLANO DE MARKETING DIGITAL, e esse planejamento é tão importante quanto à estruturação de uma nova filial física. Você vai precisar escolher um nome impactante para sua plataforma, definir os produtos, controlar processos de pedido, venda, entrega, formas de pagamento, campanhas de marketing e etc... , sem falar que você precisará ser encontrado e somente um bom planejamento poderá lhe garantir o sucesso da sua filial on-line.
O seu fornecedor precisa lhe oferecer estes serviços. Somente criar ou comprar um e-commerce de nada lhe será útil, sem um PLANEJAMENTO DE MARKETING DIGITAL.
Diante disso, seguimos os mesmos critérios para a escolha do fornecedor de site.
3 - E como deve ser um site de boa usabilidade e que disponha de serviços de e-commerce?
Um site com boa usabilidade e com e-commerce deve seguir algumas recomendações:
- Layout condizente com a identidade visual da sua empresa
- Textos curtos e objetivos
- Fotos e imagens com boa resolução
- Explicação sucinta dos produtos. Não exagere neste item
- Canal de comunicação com o cliente (formulário de e-mail e telefones acessíveis)
- Área para cadastro de usuários (Database para e-mail marketing)
- Verifique junto ao seu fornecedor, qual o provedor de hospedagem que ele utiliza e se a sua plataforma ficará hospedada em ambiente seguro
- Verifique também quais são os administradores de cartão de crédito inclusos e transportadoras
- E-mail marketing profissional (campanhas periódicas)
- Acompanhamento contínuo (Imagine-se deixando sua empresa por dois meses sem administração, sua filial on-line NÃO PODE ficar sem administração contínua)
4 -Como e onde procuro este bom fornecedor? Por gentileza, indique algumas empresas (pode ser de qualquer parte do país).
Hoje a procura por bons profissionais e empresas tem se intensificado através de pesquisas em buscadores web como Google, Bing e etc...
Vale a pena pesquisar antes de contratar um fornecedor para desenvolver seu site, seja na internet, seja no guia do seu bairro, seja através de indicações ou qualquer outro meio, pesquise, pois você estará concedendo ao seu fornecedor o direito de gerir ou participar da gestão da sua filial on-line. Muita atenção e critério para escolher seu fornecedor.
Algumas empresas para indicar:
Minhas empresas de consultoria e design web
| AR MKT Digital (www.alex.ribeiro.nom.br) | |
| ALIGATTOR Marketing Digital (www.aligattor.com.br) |
Parceiros:
| ADALTECH Soluções para Eventos (www.adaltech.com.br) | |
| UP WEBSITES (www.upwebsites.com.br) |
5 -O que eu preciso avaliar e ponderar antes de contratar uma empresa desenvolvedora de sites?
É preciso avaliar os serviços/produtos oferecidos, portfólio, tempo de mercado, tecnologias que utiliza e principalmente se a empresa pode lhe oferecer consultoria além de desenvolver seu site. Acompanhamento contínuo de profissionais especialistas é fundamental para o sucesso do seu site (filial on-line)
6 -Cite, em etapas, como deve ser feito o desenvolvimento do site e do e-commerce (planejamento, orçamento dos desenvolvedores, definição do fornecedor, proposta, montagem do site, teste de usabilidade, implementação final, etc..).
Pesquisa de fornecedores
Procure por empresas especializadas em desenvolvimento de tecnologias para internet e possam lhe oferecer consultoria em marketing digital.
Escolha de fornecedores
Defina o fornecedor avaliando seu portfólio e indicações
Orçamento
Solicite orçamento de serviços e avalie os benefícios que o fornecedor pode lhe proporcionar. Não se esqueça de verificar o acompanhamento dos serviços oferecidos, da consultoria e preço também.
Definição do fornecedor
Escolha do fornecedor inicia o Planejamento:
Sobre o que será o seu site? Definição do tema.
Escolha de domínio para o site (www.suaempresa.com.br)
Escolha do provedor de hospedagem
Briefing, levantamento das informações precisas sobre o que se espera do site, definir público alvo, definir os objetivos que se espera do site e data para início e término do projeto.
Linguagens de comunicação que serão utilizadas
Ex: Moderna ou Conservadora
Ferramentas e tecnologia utilizadas
Programas para criação e edição de imagens
linguagem de programação que será utilizada
Como serão feitas as animações se houver
Pesquisas
Avaliar a concorrência, quem são, quais os sites, o que e como fazem na internet, pontos fortes e fracos.
Público alvo, quem será o público do seu site
Criação
O que você pretende com seu site?
Vender, divulgar, informar? Ambos?
Estruturação
Quantas páginas e seções seu site terá
Desenvolvimento
Apresentação de layout para testes e ajustes se necessários.
Publicação do site e acompanhamento contínuo.
7 - Como saber se o fornecedor que eu contatei é de confiança, ou seja, quais os requisitos básicos que ele deve ter para que eu saiba que ele fará um bom trabalho (por gentileza, cite o que ele deve ter e o que ele não pode ter)?
Requisitos básicos de um bom fornecedor de serviços (Desenvolvimento de sites)
DEVE CONHECER MARKETING
Deve possuir portfólio e boas recomendações
Deve oferecer proposta de serviços clara e objetiva
Deve entender que o site não será para ele (fornecedor) e muito menos para você (cliente) e sim para os seus clientes.
Deve ter um bom atendimento e canal de comunicação aberto
Deve responder as dúvidas e perguntas de forma rápida e de fácil entedimento
Comprometido com o que foi acordado, como prazos para entrega dos serviços
Deve avisar com antecedência qualquer problema com a entrega de serviços nas datas combinadas
Deve oferecer acompanhamento e consultoria constante dos serviços prestados.
Requisitos que um bom fornecedor não pode ter
Além dos itens acima, desconfie de preço muito baixo, ofertas espetaculares como “seu site grátis”
Dê muita importância ao fato do seu fornecedor conhecer ou não conhecer Marketing, ele vai precisar conhecer se prometer te ajudar a vender com seu site.
8 - Depois do projeto pronto, o que eu preciso avaliar para me certificar que está tudo como eu planejei?
É preciso avaliar se todos os itens propostos no orçamento foram cumpridos e se os objetivos estão sendo atingidos, ou se o projeto está direcionado para que os objetivos sejam alcançados.
A sua satisfação será o termômetro para saber se tudo está ok conforme planejado.
9 - É necessário que o fornecedor ofereça consultoria pós implementação? Explique.
Sem dúvida!!! Sem acompanhamento e consultoria seu site ficará obsoleto e fora do jogo.
Imagine sua empresa (matriz) sem administração contínua? Agora imagine sua empresa (filial on-line)sem administração contínua?
Impossível sobreviver e se destacar em qualquer segmento.
Os objetivos da Consultoria deve ficar muito claro na proposta de serviço. Muitos fornecedores utilizam o termo “Manutenção mensal”, em nosso caso será Consultoria contínua.
Dúvidas, esclarecimentos ou treinamentos, entre em contato conosco:
através do e-mail: contato@alex.ribeiro.nom.br ou ligue para 11-2659-6807
Alex Ribeiro - Consultor de Marketing Digital
Na rua ou no shopping?
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Quando se pensa em abrir um negócio no varejo, seja uma boutique ou uma loja popular, uma das primeiras dúvidas que rondam a mente dos futuros lojistas é a localização do empreendimento. Saber adequar o perfil correto da loja à sua localização é uma tarefa muito importante e que exige atenção, caso contrário pode colocar todo o investimento a perder.
Para a consultora de vendas Marines Barroco, da Alex Ribeiro Marketing e Prospecção (São Paulo/ SP), no momento de escolher, não adianta conferir apenas se o local é movimentado e que classe social o frequenta. Segundo ela, é fundamental que se observe se o ponto-de-venda se encaixa no perfil do lugar, além de ver se há infraestrutura apropriada que permita que o comércio possa se expandir com o passar do tempo. “A localização deve ser de fácil acesso tanto para clientes quanto para fornecedores”, completa. Outro fator importante apontado pela profissional é que o empresário entenda as características do comportamento de consumo do local e identifique onde estão as melhores oportunidades de instalar a loja. “Ele também deve compreender que os custos de ocupação têm que se enquadrar na previsão de rentabilidade da loja”, comenta.
No shopping
Sabe-se que esse tipo de comércio - localizado em centros comerciais - vem crescendo muito nos últimos tempos. De acordo com pesquisas da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), o faturamento dos shoppings centers aumentam em média 12% ao ano. “Em grande parte, esse desempenho se deve ao fato de se oferecer tudo em um só lugar. As vantagens são muitas: tem público garantido, um processo forte em marketing, horário estendido, infraestrutura e é um ponto de referência para as pessoas”, argumenta.
Porém, é essencial saber se a empresa se enquadra no local. Os shopping centers têm regimes internos muito rigorosos feitos pela administração e precisam ser cumpridos. “Além das regras, existe o alto custo financeiro que vai desde o aluguel, percentual sobre vendas - cobrado como aluguel - e fundo de publicidade”, orienta Marines, lembrando, ainda, do maior gasto com funcionários, que acabam tendo que trabalhar em diferentes turnos.
Na rua
Em geral, os centros comerciais costumam ser mais atraentes do que um ponto-de-venda na rua, porém, se o preço unitário de seus produtos for relativamente baixo, por exemplo, é provável que nem compense instalar o empreendimento em um shopping center, já que os custos para manter uma loja nestes locais são bem mais elevados. Nas ruas, o aluguel tem um valor menor e o empresário tem total liberdade para entrar no mercado com ideias inovadoras. “Ele pode dispor de várias ideias para promover seus produtos, oferecer artigos alternativos sem pedir autorização para uma administração. E o grande diferencial é o melhor preço e o horário de funcionamento mais flexível”, cita.
Entre as desvantagens encontradas neste tipo de empreendimento, Marines aponta a disputa de atenção dos clientes com as demais lojas, trânsito, poluição visual, e até a presença de vendedores ambulantes, estes considerados um dos principais problemas. “Carência de segurança, dificuldade de estacionamento, falta de campanhas de marketing, retorno lento dos investimentos e dificuldade de o clima não estár favorável tendem a afetar o faturamento”, comenta.
Roberta Gerhard Döring/Jornal Exclusivo
The Top 10 Open-Source CRM Solutions
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
1- SugarCRM Inc - http://www.sugarcrm.com/
2- SplendidCRM Software Inc - SplendidCRM Software Inc
3- CentricCRM - http://www.centriccrm.com/
4- Hipergate - http://www.hipergate.org/
5- Compiere Inc. - http://www.compiere.com/
6- Vtiger CRM - http://www.vtiger.com/
7- CentraView Inc - http://www.centraview.com/
8- XRMS CRM - http://sourceforge.net/projects/xrms/
9- Cream CRM - http://www.linuxsoft.cz/en/sw_detail.php?id_item=4440
10- Tustena CRM - http://www.tustena.com/crm/
A arte de Prospectar clientes
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Identificar os pontos fortes e fracos do produto ou serviço que pretende vender é essencial para que possamos aperfeiçoar o bom e corrigir os pontos fracos se necessário, pois isso fará com que tenhamos confiança no que estaremos oferecendo aos nossos potenciais clientes.
A confiança nos traz um diferencial em relação à concorrência, pois além do conhecimento sobre o produto ou serviço e suas características e benefícios, ficará evidente ao potencial cliente estes detalhes durante uma possível apresentação, conversa ou negociação. Isso pode não resultar no fechamento de uma venda, mas a confiança certamente deixará portas abertas para possíveis futuros contatos e indicações.
Saber o que vender e para quem vender pode ser considerado uma arte de prospectar clientes. Para isso devemos partir para um novo passo que é planejar o que fazer depois de identificar os pontos fortes e fracos do produto ou serviço que vamos inserir no mercado oferecendo-o a potenciais clientes.
Planejar o que fazer...
Para quem vou vender, para quem vou oferecer, para quem vou me apresentar ........
Essa resposta é fundamental para que tenhamos resultados positivos em um trabalho de prospecção de novos clientes, precisamos saber o segmento que pretendemos inserir nossos produtos ou serviços e qual o perfil de cliente queremos para nossa empresa. Para alcançar bons resultados é preciso muita dedicação nesta parte do trabalho para não desperdiçar tempo, dinheiro e energia em campanhas que não cheguem ao seu potencial cliente.
visite meu site: www.alex.ribeiro.nom.br
Descubra o que o cliente quer
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Isto se consegue observando os comportamentos das pessoas, falando com elas e tratando de entender as emoções que lhes acorda cada palavra. Assim o descobriu faz uns anos Procter & Gamble quando decidiu lançar uma campanha universal para sua marca Pantene. O objetivo era posicionar o produto sem ter que desenhar uma estratégia diferente para cada país. Uma tarefa difícil se se tem em conta a diversidade de culturas com pensamentos e reações variadas ante uma mesma proposta, conta o Prof. Clotaire Rapaille, quem graças a sua teoria do código cultural conseguiu que a companhia pudesse ter sucesso com uma campanha global.
O conselho de Rapaille foi procurar uma palavra que conectasse o xampu com uma necessidade básica das pessoas, para estabelecer a comunicação. Os criativos de Pantene estavam convencidos que a mensagem era limpeza. Rapaille, quem por anos se dedicou a indagar o comportamento das pessoas, não se mostrou muito convencido e retou a Pantene a que lhes perguntasse a indivíduos de diferentes culturas qual era sua primeira impressão da palavra limpeza e daí sentimentos lhes acordava.
Criaram-se grupos de trabalho em diversos países, cada um conformado por sete pessoas de diferentes culturas para tratar de descobrir quão conveniente era utilizar a palavra limpeza na campanha. Depois de duas semanas, os grupos concluíram que para os japoneses a limpeza era muito importante, enquanto para os chineses não tinha uma grande relevância. Foi então quando Rapaille lhes explicou que encontrar uma palavra que fora comum a todas as pessoas era como descobrir o código secreto para abrir a mente do consumidor.
Surgiu então a idéia de sedução como uma segunda alternativa para conectar o shampoo com as necessidades do consumidor e novamente se submeteu a prova esta proposta. Mas, a palavra sedução também se encontrou com significados contrários em muitos países. O exercício serviu para que Pantene compreendesse que fazer perguntas singelas às pessoas, igual que o faz Rapaille com seus pacientes, era fundamental para tratar de descobrir o código universal que lhes permita decifrar o que querem e esperam os consumidores de um produto.
O poder da palavra: O código, como denomina Rapaille à palavra chave de uma estratégia de comunicação, tem o poder de gerar aceitação ou rejeição nas pessoas a partir das recordações imediatas que lhes gera. Isto se deve a que sempre há uma primeira vez para aprender algo, e uma vez se compreende seu significado o cérebro cria uma imagem mental, uma espécie de impronta subconsciente que seguirá usando toda sua vida e que em determinado momento é capaz de acordar boas ou más sensações.
(improntas subconscientes: o termo foi cunhado pelo etólogo Konrad Lorenz em 1935. estas impressões, declara, localizam-se no cérebro réptil (Wikipédia).
Depois de analisar muitas palavras mais, Procter & Gamble descobriu que a palavra saúde tinha a força necessária para chamar o atendimento dos consumidores em todo mundo e para relacioná-la com o shampoo decidiu mostrar o produto como um alimento para o cabelo, desenvolvendo uma linha especial com vitaminas e proteínas, cuja promessa era a de fazê-lo crescer forte e saudável.
O sucesso da campanha não deixou nenhuma dúvida de que há que trabalhar, inclusive antes de desenvolver os produtos, em cumprir as expectativas dos clientes.
Neste caso, o código cultural que podia ser diferente para cada cultura e exigia campanhas dirigidas, converteu-se numa linguagem universal para chegar a todos os consumidores no mundo.
Comunicação dirigida: No entanto, as campanhas universais não funcionam para todos os produtos e em alguns casos é recomendável fazer estratégias de comunicação dirigidas ao tipo de público que se quer chegar. Em isto Rapaille aconselha tomar-se um tempo para conhecer as culturas e com base nisso desenvolver estratégias de comunicação dirigidas para acordar emoções e conseguir a sobrevivência.
A comunicação deve ser clara e direta: É fundamental entregar ao consumidor a maior quantidade de dados, inclusive numéricos, para que ele faça uma idéia dos valores que tem o produto e com base neles tenha a oportunidade de comparar, analisar e decidir-se. No entanto, é claro que esses dados devem ter palavras chaves, previamente estudadas, que acordem interesse no consumidor como o fez Pantene ao relacionar o shampoo com a saúde e o crescimento para criar a necessidade de comprar o produto.
Rapaille recorre ao caso de Wal-Mart para mostrar como se pode responder às necessidades dos clientes e conseguir sua lealdade em momentos específicos. Quando a gente diz que está passando por uma crise econômica e por isso não compra é mentira e aí é quando Wal-Mart entra a reforçar sua posição de ajudar a que o cliente sobreviva com sua política de sempre preços baixos. Esta promessa de valor conseguiu a fidelidade dos clientes.
O ilógico neste e em qualquer outro caso seria que em tempos de crises uma empresa lançasse toda uma gama de produtos com mais vantagens e maior preço quando o que o consumidor procura é poupança com igual qualidade.
Prof. Dr. G. Clotaire Rapaille
Valorize as mudanças
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Se você acredita no seu potencial e acha que pode fazer as coisas de uma maneira melhor, o que está esperando? O grande problema é que não nos contentamos nunca com os resultados obtidos e sempre queremos mais.
Não faz muito sentido estarmos sempre tentando mudar alguma coisa, assim como não faz muito sentido fugirmos de todas e quaisquer mudanças.
"Pessoas que se consideram inteligentes têm 47% mais necessidade de mudanças no seu mundo profissional. Eles sempre vêem possibilidades e oportunidades ao seu redor, mas devem evitar que o tédio seja o único fator que as motive a mudar apenas por mudar."
Visite meu site: www.alex.ribeiro.nom.br
Um trilhão de páginas! Haja marketing digital.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Inserção nos sites de busca.
Essa continua a ser a mais importante e a mais barata forma de divulgação na Web, afinal, quem mais poderia encontrar sua página em meio a bilhões de outras, senão um site de busca como o Google? A otimização de sites é trabalhosa e exige conhecimento, além disso, a competição pelo topo é cada vez mais intensa. No entanto, uma posição top 10 (primeira página) no Google pode significar milhares de visitantes por dia sem nenhum custo direto.
E-Mail Marketing
O uso do email continua sendo a atividade preferida dos internautas e um bom trabalho de email marketing pode trazer muitos visitantes para o site. O complicador dessa estratégia continua sendo o famigerado spam que força os provedores a dificultarem o acesso ao Internauta, não somente por parte dos spammers, mas também dos comerciantes sérios que desejam se comunicar com seus próprios clientes. O envio regular de uma newsletter , embora demande a renovação freqüente de conteúdo, causa um excelente retorno em termos de fidelização e branding.
Anúncios em Banners - pay per view
A grande dificuldade de se anunciar nesse sistema é uma relação custo/benefício geralmente desfavorável para o pequeno anunciante. Além disso, essa estratégia passou a perder espaço para o sistema pay per click, mais vantajoso em termos de controle e de resultados.
Anúncios em links patrocinados - pay per click
O sistema de anúncios PPC, pagamento por clique, representam a evolução dos anúncios na Internet. A estratégia tem como grande vantagem um melhor custo/beneficio e uma grande facilidade de gerenciamento, mas pode não ser viável para produtos de baixo valor unitário ou de baixa taxa de conversão em razão da dificuldade de se atingir o ponto de equilíbrio entre o custo do clique e o lucro obtido com a venda.
Programa de afiliados
É uma ótima maneira de se gerar vendas e deve se consolidar no Brasil, assim como ocorreu em outros países. O empecilho ainda é a inexistência de software de gerenciamento de afiliados, ou provedores desse tipo de solução no mercado nacional.
Marketing Viral
É bastante interessante para produtos que ofereçam algum tipo de apelo que possa instigar o interesse dos internautas. Exige competência e muita criatividade, mas pode representar uma grande sucesso para produtos específicos, como ocorreu com o hotmail , por exemplo.
Redes Sociais
É a mais recente novidade do marketing digital e faz todo sentido na medida em que as redes sociais como Orkut, Facebook, Twitter, My space, entre outras, são o ponto de encontro das pessoas na era da Internet. Mas é necessário ainda um tempo de maturação, com mais experiências bem sucedidas, para que se desenvolvam as melhores práticas no setor.
É importante frisar que uma mesma estratégia pode propiciar resultados diferentes, conforme o segmento de atuação e produtos comercializados, portanto, todas as estratégias devem ser testadas até se descobrir as mais viáveis em cada caso. O importante é que não faltam alternativas intessantes de marketing digital para que o empreendedor consiga trazer muitos visitantes para o seu site.
Por Dailton Felipini
segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Frequentemente eu escuto de vários profissionais de marketing que a internet não é o melhor canal de relacionamento com seu público. O argumento é quase sempre o mesmo: internet é para jovens e não serve para quem trabalha com público adulto.
O Estadão publicou hoje uma matéria no caderno de economia que mostra que estes profissionais estão redondamente enganados. Alguns dados sobre os principais canais digitais existentes mostram que os adultos são os grandes responsáveis pelo impulso da nova tecnologia.
No caso do Twitter, grande febre do momento, somente 11% dos usuários têm idade entre 12 e 17 anos. No caso do Facebook e Myspace, apesar dos estudantes adolescentes terem sido os primeiros a adotarem a nova plataforma, hoje eles representam 9% e 14% respectivamente. O principal usuário dos blogs são os adultos. O mesmo acontece com os videogames como o Wii e os leitores digitais como o Kindle da Amazon.
Se você é profissional de marketing e continua achando que internet é só para jovens, é melhor você rever seus conceitos. Ou procurar outra profissão!
Escrito por Ricardo Pomeranz
3 dicas de Donald John Trump, empresário e milionário norte-americano
2 - Nunca desista. Isto é realmente importante. ‘Você não terá êxito se parar. Assim não pare!’. Esta dica está ligada à primeira, ‘Se você ama algo que faz, você é menos inclinado a parar. ’ Logo: Faça o que ama e não desista nunca.
3 - Às vezes você deve ir contra a maré. Às vezes você apenas tem que ir com seu instinto. Às vezes as maiores oportunidades se encontram no sentido contrário que todos estão indo.
Quatro dicas para tornar sua empresa parte da Geração G
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
1. CO-Doação
A sugestão da Trendwatching é começar com responsabilidade social, caridade e colaboração intelectual a favor de boas causas. Uma ideia é usar a internet para incentivar clientes a sugerir formas de ajudar o próximo. Assim, um indivíduo doa a ideia para a empresa que repassa para a sociedade.
2. Amor Livre
O que a consultoria sugere aqui é distribuir seus produtos para seus clientes. E não estamos falando de amostras grátis. A ideia é aproveitar uma data comemorativa, por exemplo, para dar para seus clientes o produto pelo qual eles pagariam nos outros dias do ano.
3. Experimentação
Uma boa ideia para ser generoso com seu cliente é deixar que ele teste seus produtos antes da compra. Para a Trendwatching, esta é a melhor maneira de conquistar clientes: deixando que ele escolha a sua empresa por experiências pessoais, e não pelas mensagens que você manda.
4. Atos aleatórios de gentileza
Aqui, a ideia é simplesmente ser bom com seus clientes por meio de ações concretas. Uma sugestão, por exemplo, é enviar um presente para ele em uma data aleatória, simplesmente como prêmio por seu cliente ser fiel.
Por Lilian Sobral - fonte: PEGN
6 dicas para dar show no atendimento
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
2. Receba o cliente com um sorriso sincero, pois esse é seu melhor cartão de visita.
3. Prepare uma surpresa para o fim do atendimento. Pode ser um brinde, um cartão de agradecimento ou, até mesmo, um “obrigado” caloroso e agradável.
4. Evite falar sobre os produtos/serviços antes de conhecer as necessidades do cliente. Primeiro, identifique o que ele está buscando e, depois, ofereça soluções personalizadas.
5. Passe confiança por meio da voz, gestos e conhecimento sobre seu produto, porque é isso que vai diferenciar você da concorrência.
6. Retorne todas as ligações e e-mails, no máximo, em 24 horas, pois isso demonstra agilidade e profissionalismo.
Por André Silva
Com o mesmo foco do cliente
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
É preciso deixar para trás a ideia de que valor e preço são sinônimos. Valor, afirma o palestrante, pode ser medido em duas dimensões: a que tudo se dá por questão de lógica a que entende valor por um significado. Segundo ele, o valor tem um nível instrumental e outro essencial. O primeiro pode ser resumido na equação ‘valor é igual a benefício menos sacrifício’. O essencial é saber que posso ser melhor. Decidir qual o tipo de valor procurado depende diretamente do nível de desenvolvimento pessoal de cada um. Pessoas altamente desenvolvidas do ponto de vista pessoal e espiritual sabem discriminar bem, mas as menos desenvolvidas confundem os dois.
Quem tenta demonstrar valor transforma seu cliente em auditor do que lhe foi prometido, enfatiza suas contrariedades e tende a deixar todas ofertas num mesmo patamar. “O máximo que uma empresa pode fazer é dizer quanto custa seu produto. Seu valor, cabe ao cliente decidir”, anota. Com base nessa tese, não é difícil mostrar ao mercado qual desses tipos de valor se encaixa no perfil de seu negócio. “O que leva alguém a estabelecer uma ligação forte com um negócio é a confiança que eles adquirem nas pessoas e seus valores.”
Em outras palavras, Teixeira Moreira sugere a mudança do foco no cliente para o foco do cliente. “O ser humano passa 70% do tempo pensando no futuro. Quando você sonha, se transporta para frente. O futuro está na base do nosso valor, que é primo-irmão da prosperidade”, diz.. Para facilitar a compreensão do conceito, ele cita o exemplo de um vendedor de pianos: enquanto o foco no cliente vê um instrumento com 88 teclas, o do cliente vê infinitas canções. Afinar o discurso e olhar para o mesmo horizonte que o público-alvo é o segredo nessa relação.
Ao observar uma situação sob a mesma perspectiva do consumidor, num exercício de imersão em sua realidade, diz, fica mais fácil entender suas necessidades de maneira antecipada, possibilita a concepção de ofertas mais inteligentes e facilita a percepção do valor de seu produto. Isso o transforma em admirador e promotor, além de gerar relações de cooperação e possibilita a construção de histórias em comum. “Mudar essa relação e tirar o foco do próprio umbigo é um esforço necessário, pois quem olha para o cliente está de costas para o que ele quer”, explica.
O resultado desse tipo de práticas, baseadas em uma conduta ética e na geração de utilidades genuínas, transforma uma empresa em querida e respeitada pela sociedade. Em casos assim, o lucro nada mais é que uma consequência merecida, pois o mercado conspira a favor. “As oportunidades sempre correm atrás de quem oferece mais capital de valor”, anota.
HSM Online

