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sábado, 6 de julho de 2013

A Fragilidade da Vida

 “No fim dá certo. Se não deu, é porque não chegou ao fim.”
(Fernando Sabino)

Quase cinco anos após o falecimento de minha mãe, estou de volta a hospitais. Meu pai teve o que parecia ser um AVC (acidente vascular cerebral), pois sofreu uma hemiplegia – paralisação do lado esquerdo do corpo (braço e perna).
Transportado por UTI móvel até um hospital em São Paulo, uma tomografia indicou algo pior. Não era um AVC, mas sim um edema oriundo de metástase de um câncer posteriormente identificado em seus pulmões.
Para quem jamais fumou um cigarro sequer, foi uma grande surpresa. Sabe-se que 85% dos casos de câncer de pulmão acometem pessoas com histórico de tabagismo. Portanto, restam outros 15%, grupo no qual meu pai foi laureado.
Mais intrigante ainda é que a doença não é recente. Embora não seja possível precisar seu início, pode-se depreender que vem se desenvolvendo há mais de dez anos! Isso me leva a rever drasticamente meu conceito sobre a funcionalidade dos check-ups convencionais. Acabo de descobrir que exames clínicos diversos e mesmo radiografias eventuais são insuficientes para sinalizar uma doença silenciosa e perversa como esta.
Ao longo dos últimos 30 dias temos vivido uma verdadeira maratona. Passamos por quatro hospitais, enfrentando uma burocracia invejável, digna do mais áureo período do militarismo em nosso país, para obter guias e autorizações. Todos os procedimentos são morosos e sua abreviação depende da insistência e do monitoramento permanente de nós, familiares, junto aos burocratas do sistema. A saúde, tal qual a educação, é um excelente negócio...
Enquanto isso, assistir a meu pai, em seu cotidiano, leva-me a reconhecer a fragilidade e brevidade de nossas vidas. Do alto de seus 68 anos de idade, um homem ativo e falante tem limitações e inquietações patrocinadas pela doença que o aproximam de um recém-nascido, fazendo-o demandar auxílio para movimentar-se, alimentar-se, higienizar-se.
Em paralelo, o tempo, que passa devagar num leito de hospital, convida à reflexão. Paciente e acompanhante são tomados por um senso de urgência e de valorização da vida. Lembranças que nos visitam a mente, memórias de pessoas e eventos, coisas que fizemos e deixamos de fazer. A sensibilidade floresce, de modo que basta ouvir a voz ou vislumbrar o semblante de quem se gosta para que as lágrimas inundem os olhos.
Não é por acaso que quando abordo o conceito das Sete Vidas, principio falando sobre a saúde. Sem integridade física e mental, todo o mais carece de significado.
Podemos sobreviver 50 dias sem comer, 100 horas sem beber água, 15 minutos sem respirar, mas nem um único segundo sem fé. A certeza de que faremos mais do que o possível, a segurança de que buscaremos todos os meios e recursos necessários, a esperança de que o bem vencerá o mal. E a confiança de que, no fim, tudo dará certo.

* Tom Coelho é escritor, autor de “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional”, pela Editora Saraiva, além de professor universitário e palestrante. Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

O CLIENTE É A RAZÃO DE EXISTIR DE QUALQUER EMPRESA


Os funcionários que têm contato direto com os clientes são responsáveis pelo maior efeito sobre a reputação da empresa.
A atitude dos funcionários em relação aos clientes também pode dar um sólido apoio ou debilitar terrivelmente a estratégia de serviços de uma empresa. Se eles não demonstrarem comprometimento e não acreditarem no cliente, o serviço não corresponderá à imagem que está sendo promovida. É importante saber como os funcionários estão agindo (por meio de uma pesquisa de atitudes cuidadosamente elaborada)

Imagine-se um cliente, pense como seu cliente
Você esta fornecendo o que você sabe que seus clientes desejam?

AUDITORIA NOS DEPARTAMENTOS – PERGUNTAS AOS COLABORADORES

:: Quem são seus clientes
:: O que eles esperam de você
:: Como você corresponde a essa expectativa
:: O que precisa ser feito para melhorar
:: Quais os inibidores e as barreiras


A IMPORTÂNCIA DO BOM ATENDIMENTO AO CLIENTE


O que você precisa saber
As empresas perdem de 15 a 35% de seus clientes em um ano
A cada cinco anos são perdidos 50% dos clientes
69% dos clientes são perdidos pela postura de indiferença e descaso de seus funcionários e também pela interação com departamento de vendas

Satisfação do cliente
Em média, 60% do faturamento das empresas vem de clientes fiéis. Sobretudo, devido ao:
Atendimento
Competitividade
Capacidade de fornecimento
Certificações

Por que perdemos clientes?
!% morrem
3% mudam-se
5% influência de amigos
9% vão para o concorrente
14% insatisfação com o produto
68% pela postura de indiferença e descaso de seus funcionários


LIDANDO COM AS RECLAMAÇÕES DOS CLIENTES

Nunca leve uma reclamação para o lado pessoal, o cliente só quer resolver o problema
Imagine-se um cliente

As reclamações proporcionam muitas oportunidades:: Identificar os pontos fracos
:: Corrigir os problemas
:: Recuperar um cliente
:: Incentivar a fidelidade

Como atender uma reclamação:: Registre a reclamação (de preferência em uma ficha*)
:: Como ela foi recebida (telefone, carta, diretamente)
:: Natureza da reclamação (descrição completa)
:: Data/hora da reclamação
:: Informe ao cliente que você esta tratando da reclamação, o tempo de resolução provável e qualquer ação imediata que tenha sido tomada
:: Se você não for a pessoa que pode resolver o problema, envie uma cópia dos detalhes para a pessoa responsável
:: Tome nota de qualquer ação que tenha sido tomada na época da reclamação para tentar resolver o problema
:: Uma vez resolvido o problema, complete as anotações sobre as atitudes tomadas
:: Escreva/converse com o cliente para informar qual atitude foi tomada
:: Envie a pessoa que recebeu a reclamação uma cópia da ficha mostrando a atitude tomada
:: Assegure-se que a reclamação tenha sido analisada e registrada. Por menor que seja a empresa, vale a pena manter um registro das reclamações

*MODELO FICHA

Data______________ Hora______________
Como foi recebida tel / email / pessoalmenteQuem recebeu a reclamação___________________________
Nome do Cliente______________________________________
Contato______________________
Fone_______________________
Email______________________
Tipo de reclamação (código)_________________
Natureza da reclamação_______________________________
Ação imediata tomada/encaminhada a_______________________
Ação tomada____________________ por quem___________________ data_______
Confirmação enviada para o cliente________ data____________
Razão para atraso_________________________

NUNCA OMITA UMA RECLAMAÇÃO

As reclamações podem ser recebidas por várias pessoas e departamentos dentro da empresa

Algumas dicas úteis:

Se o cliente falar direto com você::: Ouça com atenção
:: Não interrompa e não discuta
:: Obtenha os fatos
:: Aja assertivamente e não de forma agressiva ou submissa
:: Não receba a critica como algo pessoal

Com base nos fatos:: Decida se você pode tomar alguma atitude ou se precisa encaminhar a reclamação
:: Entre em um acordo com o cliente quanto a atitude ou avise-o de sua intenção e razões para encaminhar a reclamação a outra pessoa
:: De informações claras sobre o tempo previsto para a resolução do problema

Mantenha o cliente informado todo o tempo sobre o progresso da situação
Implemente a ação, mas assegure-se sempre de que aconteça o que você espera
Confirme o resultado com o cliente; utilize a oportunidade para tentar consertar a relação comercial para o futuro
Tome qualquer atitude necessária para evitar que o problema torne a ocorrer, incluindo informações a todos os que precisarem saber, explicação clara do problema e da solução oferecida para remover a causa
Lembre-se de que uma reclamação é uma oportunidade e uma segunda chance não oferecida pela maioria dos clientes insatisfeitos. As reclamações são uma fonte constante de idéias para melhorar os serviços aos clientes.


Diante de um serviço de baixa qualidade:
Resolver problemas – responder as necessidades dos clientes com precisão e rapidez
Adaptabilidade – ser adaptável às situações e ambientes
Espontaneidade – atuar para agradar antes que lhe seja solicitado
Comunicação com o cliente – ao saber dos problemas com o serviço, é necessário antecipar e comunicar as possíveis alternativas, ou mesmo um serviço extra, ou gratuito, para compensar as falhas e a insatisfação dos clientes. Outro erro comum é o departamento de vendas deixar de entrar em contato com um cliente antigo
Compensação – reconhecer o erro e oferecer uma compensação suficiente.

ENCANTAR E FIDELIZAR CLIENTESSua equipe tem de estar preparada. Não adianta apenas uma pessoa prestar atendimento de qualidade e encantar. Todos devem caminhar no mesmo rumo.
Use a criatividade. Lembre-se de que para encantar basta ter atitude.
Supere-se e surpreenda seu cliente. Faça por ele o que ninguém fez.
Não adianta encantar no momento da venda e depois esquecer.
O pós-venda é muito importante.
Desenvolva ações que façam com que seu cliente lembre sempre da sua empresa, dos seus produtos e de você.

Demonstre para o cliente que você esta ao seu lado
Mantenha contato e ganhe a confiança dele
Seja um solucionador de problemas
Ligue de vez em quando para o cliente

SATISFAÇÃO DO CLIENTE
:: Enviar ficha de avaliação de desempenho referente a todos os serviços prestados
:: Medir o desempenho sempre através da avaliação do cliente

Na maioria dos casos, mesmo pagando um preço superior, ou tendo menos vantagens, os clientes preferem ser atendidos por funcionários simpáticos, prestativos, compreensivos e corteses. Tais funcionários são tratados com respeito e, muitas vezes, atendem aos clientes no celular e fora do horário do expediente normal de serviço.

O cliente prefere não ir ao concorrente para evitar problemas e funcionários grosseiros, insatisfeitos, atipáticos, sem conhecimento e desatenciosos.


Um cliente satisfeito talvez fale da sua empresa para uma ou duas pessoas.
Um cliente insatisfeito normalmente fala mal da sua empresa para 8 a 10 pessoas.


DICA IMPORTANTE:

:: As melhores armas de Marketing não custam absolutamente nada
:: Os clientes adoram cortesia, simpatia, entusiasmo, alegria e amizade
:: Cuide sempre dos detalhes
:: Observe que muitas empresas quebram pela somatória de pequenos erros, e raramente por um único grande erro
:: Um “bom dia” dito com alegria ao telefone e a satisfação em servir, valem mais do que todo o composto promocional
:: Os mosquitos nos irritam muito mais que do os elefantes
:: Nenhum detalhe é pequeno demais.


Por Alex Ribeiro

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Exercício de buscar oportunidades

Uma atitude positiva no exercício de busca de oportunidades é vital para o seu sucesso. Sem esta atitude, tanto da parte da empresa quanto dos executivos, o exercício não vale a pena. O exercício é uma área de realização, uma área em que a capacidade do executivo pode ser desenvolvida, e não simplesmente um modo de passar o tempo. A motivação dependerá inteiramente do status conferido ao exercício pelo executivo-chefe.
Qualquer pessoa trabalha melhor quando é encorajada naquilo que está fazendo. Há uma enorme diferença entre: "Não me incomode com suas idéias, mas continue o que está fazendo", e: "Neste exercício, estou pedindo que conte suas idéias e que oportunidades pode ver"

Desde a escola primária, os melhores alunos aprendem a jogar o "jogo da expectativas". Descobrem as regras do jogo, o que o professor espera, o que o sistema de exames espera, o que a sociedade parece esperar. Mais tarde, como executivos brilhantes, as mesmas pessoas podem se tornar aptas a identificar oportunidades, uma vez que descubram o que se espera delas.

Um executivo que quer se esquivar de desafios e evitar trabalho está no emprego errado.

Alex Ribeiro - Consultoria de Marketing
Referência Bibliográfica Opotunities, 1989.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Escolha os clientes certos

Os altos e baixos do mercado nos últimos 20 anos contribuíram para estabelecer na maioria das empresas, uma mentalidade de “tudo ou nada” quando se trata de aquisição de novos clientes. O volume de vendas tornou-se prioridade máxima e as empresas queriam o maior número possível de clientes a qualquer preço. Porém, essa estratégia não se sustenta ao longo do tempo, já que, posteriormente, muitas empresas precisam eliminar os clientes de baixo valor, que dão prejuízo.

Uma estratégia seletiva na etapa de prospecção de clientes pode prevenir as empresas de chegar ao ponto de “demitir” clientes, como aconteceu há algum tempo com a Sprint Nextel. Por um lado, administrar um negócio requer geração de receita. Por outro, torna-se necessário mais discernimento e análise para um futuro melhor com os novos clientes. “Os profissionais de vendas sabem da importância que tem o comprometimento com aqueles clientes que se tornaram uma sólida aliança para os produtos e serviços da empresa”, diz Jeff Newlin, vice-presidente global de serviços e vendas da Silverpop. “Adquirir cliente de qualquer forma pode simplesmente criar um problema para a área de vendas e, até mesmo, reduzir a credibilidade de sua empresa”.

Muitas empresas estão achando a solução para este problema na estratégia de aquisição seletiva. Anneke Seeley, autora do livro Sales 2.0, afirma que o e-mail, o celular e as redes de relacionamento on-line baixaram os custos de vendas ao facilitar o acesso às informações dos clientes potenciais. Afinal, isso ajuda os representantes de vendas a decidirem se certo cliente é realmente o mais adequado para a empresa.

A Sourcefire, uma empresa de gestão de riscos, utiliza-se da classificação de prospects para disciplinar os esforços de vendas e marketing na aquisição de novos clientes. O departamento de marketing recolhe os dados de um possível cliente e repassa ao departamento de vendas, tornando as atividades de vendas mais restritas. Em vez de sair caçando sem critérios, a Sourcefire garante que não irá interagir com prospects que não sejam tão bons para a empresa. Conseqüentemente, no ano passado, a empresa contabilizou um aumento de 25% na receita gerada por cada vendedor.

Por John Gaffney, Editor Executivo do 1to1 Media

sábado, 5 de junho de 2010

Seus colaboradores atendem bem os seus clientes?

Na grande maioria dos casos, os colaboradores é que fazem contato com os clientes, seja por telefone, e-mail, fax ou outro meio de comunicação. E fica uma pergunta: Seus Colaboradores atendem bem os seus clientes?
Muitas vendas ou indicações podem estar se perdendo e você sequer imagina as coisas que podem estar acontecendo.
Quer a resposta? Então fique atento aos detalhes, desde o bom dia que sua recepcionista diz ao atender o telefone, até um "está fechado" dito por um de seus vendedores.

Isso pode fazer uma diferença crucial para o sucesso e prestigío dos seus negócios.
Certa ocasião, ouvi um programador dizer ao atender uma ligação que não era para ele, mas era um cliente da empresa (desenvolvia sistemas), "fulano, prepara a metralhadora que é o cliente tal que está na linha", sabe o que aconteceu algum tempo depois?
O cliente cancelou a conta e a empresa perdeu um cliente que poderia realizar e indicar serviços rentáveis para a empresa.
Na época, diziam dentro desta empresa, que o cliente era chato, aliás muito chato... e a direção da empresa não sabia disso.
Faça seus colaboradores entenderem que o cliente é quem paga o salário deles.
Fique atento aos detalhes, pois isto pode fazer a diferença para a sua empresa.
Até a próxima....

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Vestindo a camiseta

Área da administração dedicada à formulação de estratégias de marketing voltadas à mobilização interna dos empregados, o endomarketing tem sido cada vez mais utilizado pelo varejo. De acordo com Luís Carlos Carvalho da Silva (Brasília/DF), coordenador do site de pesquisas www.endomarketing.com, acada dia as operações no comércio dependem da qualidade da interação humana. “Por mais tecnologia que as empresas incorporem, os ‘momentos da verdade’ se dão, na maioria das vezes, entre o cliente e o preposto da empresa”, afirma.

Segundo ele, se esse preposto, que é o empregado, estiver ciente do que é importante para o negócio em termos estratégicos e de como sua atuação pode contribuir para o atingimento dos objetivos da organização, mais bem-sucedidas serão suas operações. E o endomarketing tem por premissa fazer isso: conectar o funcionário à estratégia e objetivos da empresa.

Leia também: 'Ações de endomarketing destacam atendimento'

Silva explica que o endomarketing, que trabalha na dimensão da conscientização e otimização dos conhecimentos adquiridos no treinamento, não ocorre como uma ação isolada. Ele começa com a sua integração ao planejamento de marketing, passa pela definição de objetivos, metas e instrumentos de acompanhamento, chegando às ações de mobilização do grupo. “Seu treinamento do pessoal via de regra é orientado para a operação da venda”, define.

Marines da Silva, da Aligattor Marketing Digital (São Paulo/SP), diz que para entendermos o endomarketing temos que, primeiro, compreender o significado literal da palavra. “Segundo o autor Saul Benkin, o sentido está no marketing voltado para dentro da empresa, ou seja, uma ação interna que está no próprio significado de “endo”, uma palavra grega que significa para dentro, dentro de,...”, orienta. Para a consultora, o marketing que é praticado pelas empresas na busca de conhecer melhor o seu cliente externo deve ser também utilizado para conhecer o seu cliente interno. “A partir dessa orientação, devemos fazer com que essa abordagem se interiorize de maneira tal que todos os funcionários se sintam parte desse processo”, afirma.

FERRAMENTA - Marines caracteriza o endomarketing como uma ferramenta de extrema importância para as empresas. Segundo ela, o principal benefício proporcionado é o fortalecimento e construção de relacionamentos, compartilhando os objetivos da empresa e frisando a ideia de que todos são clientes de todos dentro da empresa. “É um processo gerencial, cíclico e contínuo, direcionado ao propósito da organização, que é integrado aos seus demais processos de gestão, e utiliza eticamente ferramentas multidisciplinares de incentivo”, argumenta, destacando que o endomarketing busca promover a motivação das pessoas com seu trabalho e garantir o compromisso com objetivos estratégicos, contribuindo assim para a obtenção de melhores resultados.

O mercado atual é extremamente competitivo e, diante desta situação, as empresas buscam atualizar-se, a fim de melhorar cada vez mais frente à concorrencia, visando crescimento e estabilidade. “Atrair público potencial e fidelizar o público alvo é a tarefa primordial das empresas. O momento é propício à valorização das habilidades e do potencial de cada funcionário”, completa Marines. De acordo com a profissional, no varejo, o endomarketing é uma técnica que trará benefícios tanto para a organização como para o funcionário. “Por estar frente ao cliente e por divulgar a imagem da empresa, o colaborador deve receber todas as informações referentes à empresa e estar apto a prestar estas informações ao público”, diz.


Roberta Gerhard Döring/Jornal Exclusivo

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

As principais características de um vendedor de sucesso.

Acredite no que vai vender. Seja seu cliente número um do produto ou serviço que irá vender.Ser gentil é um pré-requisito para um bom atendimento. O que não pode é super valorizar a embalagem e ignorar o produto. A gentileza nada mais é que a embalagem do atendimento e a função da embalagem é preservar e valorizar o produto ou serviço, não substituí-lo.Use sempre a intuição e preste muita atenção nas reações dos clientes.Contenha a insegurança, pois desajustes comportamentais podem gerar desconfiança nos clientes e isso certamente irá interferir no bom andamento dos negócios. O bom vendedor deve transpirar segurança o tempo todo.

Controle a ansiedade, pois ela pode passar para o cliente a idéia de que você não pode perder a venda, e esse sentimento certamente prejudicará a venda.Não apresente soluções sem antes conhecer os problemas, tentando advinhar as necessidades do cliente, isso fará você perder tempo e o cliente pode se sentir desconfortável.É comum pensarmos (nós vendedores) que pensam certo as pessoas que concordam com os nossos interesses. Jamais decida na incerteza.Pré-julgar um cliente pode ser fatal quando não dispomos de informações concretas a respeito das suas necessidades. Todos merecem o mesmo tratamento.Valorize sua imagem, o seu talento e seja um profissional que transmita confiança, seriedade e principalmente credibilidade. Não importa o produto ou serviço que você vende, o cliente sempre vai comprar primeiro a sua imagem pessoal.Pense que vender é ajudar o cliente em sua decisão de compra, vendemos mais que produtos ou serviços, vendemos conceito, sonhos e valores.Agradeço pela participação nesta conceituada revista e me coloco a disposição para novas matérias.

Alex Ribeiro - Consultor de Marketing

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

O barato que pode sair caro

Preço é muito importante para os clientes. Principalmente quando a oferta das empresas aparenta ser mais ou menos a mesma: soluções genéricas, com funcionalidades similares, tempos de implantação similares, preços similares.. E, num contexto assim, é comum o vendedor de software raciocinar que tem que "baixar preço para conseguir ganhar da concorrência". Neste raciocínio, "é baixar ou perder"..Só que esta é uma espiral sem fim. "Guerra de preços" é um fenômeno que diminui a rentabilidade das empresas.

O custo de servir continua o mesmo, o que é reduzida é a margem de lucro, que é como asseguramos os recursos para o nosso crescimento (de outra forma, tudo o que entra de receitas sai em despesas..).Mas.. do ponto de vista do cliente, o critério mais claro e objetivo a ser usado numa decisão de compra quando tudo o mais parece similar continua sendo... preço.O que fazer então?1- Ser eficaz no gerenciamento dos nossos custos internos (fixos e variáveis) é fundamental;2- Mostrar-se claramente diferenciado para um mercado claramente definido é chave. Essa diferenciação vai exigir um conhecimento crítico dos nossos pontos fortes e fracos, ameaças e oportunidades, e um conhecimento real da concorrência, do mercado, do público-alvo e dos potenciais canais de vendas. Vai exigir uma clara definição de público-alvo e um diferenciado posicionamento na relação "custo x benefício" que oferecemos a este público. E vai exigir também a venda por prova através da apresentação de métricas geradas a partir do uso dos nossos produtos e serviços. Complicado? Não, mas atalhos devem ser evitados. A venda é construída como em uma engenharia.. a engenharia de vendas...
Fonte: http://aisapereira.blogspot.com

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Entrevista Revista VendaMais: Como esolher um fornecedor para desenvolver seu site de vendas?

Fui convidado pela jornalista Flavia Ghiurghi a participar da matéria:

INTERNET
Como esolher um fornecedor desenvolver seu site de vendas?

A revista publicada este mês de novembro, tem na matéria em questão, a participação de outros profissionais da área. Para publicação na revista é feita uma edição e síntese dos principais pontos de vista de cada entrevistado.

Abaixo, disponibilizo aos meus queridos clientes, amigos e visitantes do meu site, a matéria na íntegra.

Espero que gostem das dicas, boa leitura.
Alex Ribeiro -Consultor em Marketing Digital
contato@alex.ribeiro.nom.br


1 - Como escolher um bom fornecedor para desenvolver o site de uma empresa?

Hoje temos a disposição muita oferta e o segmento de desenvolvedores de sites ficou um pouco banalizado ao longo dos últimos anos com o famoso: “Obrigado, mas meu sobrinho vai fazer o meu site”. Isso para citar um dos muitos argumentos utilizados por muitas empresas e profissionais que estão deixando na mão de seus parentes (não tenho nada contra, desde que sejam bons não somente em produzir um site, mas em marketing também) uma das filiais da sua empresa. A escolha deve ser criteriosa e levar em consideração alguns fatores.

Procure empresas com experiência no desenvolvimento de Tecnologias, solicite indicações para empresas ou profissionais que conhece. Analise o portfólio, entre em contato com os clientes e teste os serviços oferecidos.

Solicite links de trabalhos realizados e informações sobre prazo de entrega dos serviços. Desconfie de promessas e anúncios como, seu site grátis, site em 2 dias, sites a partir de 49,00 e por aí vai.... O barato às vezes sai caro (sei que é jargão antigo, mas ainda é muito valido).


2 - Atualmente, com o advento do e-commerce, muitas empresas estão adaptando seu site para que, além de informações sobre produtos, serviços e mercado, ele tenha condições de disponibilizar a venda online. O que a empresa deve fazer para buscar um prestador de serviço de qualidade que não só desenvolva um site com boa usabilidade como crie um serviço de e-commerce bem estruturado?

Exitem dois tipos de e-commerce, o B-TO-B (Business to business) que é o de empresa para empresa, e o B-TO-C(Business to consumer) que é a venda feita ao cliente final.

Em qual desses universos sua empresa se encaixa? Você precisa dessa resposta antes de escolher um fornecedor.

Empresas de grande porte costumam ter equipe interna própria para desenvolver e acompanhar a filial on-line. Desde programadores, webdesigners e profissionais da área de Marketing. Algumas terceirizam essas áreas para empresas/fornecedores com experiência e um bom portfólio.

Caso não seja o seu caso, recomendo empresas que ofereçam não somente o desenvolvimento da plataforma comercial (E-commerce), como também consultoria. Conheço muitos empresários que decidiram comprar uma plataforma comercial e depois se viram com grandes problemas. Problemas do tipo, e agora como vou entregar o que vendi? Quem vai entregar para mim? Eu é que vou ser o responsável por enviar um produto toda vez que chegar um pedido?

Você também irá precisar que o seu fornecedor ofereça Navegabilidade e Encontrabilidade para sua plataforma.

Navegabilidade: Seu site (filial on—line da sua empresa) precisar ser desenvolvido para o público e não para você ou para o seu webdesigner. Ter informações claras, objetivas e fáceis de serem encontradas por qualquer pessoa independente da sua experiência como usuário de internet.

Encontrabilidade: Analiso muitos trabalhos e recebo muitas reclamações de pessoas que conheço ou que me encontram dizendo, “mas meu site é tão bonito” porque não vendo, porque não recebo visitas? A resposta é simples: Sua empresa precisa ser encontrada.

Você precisa muito mais do que uma plataforma comercial (e-commerce), precisa de uma empresa que desenvolva um PLANO DE MARKETING DIGITAL, e esse planejamento é tão importante quanto à estruturação de uma nova filial física. Você vai precisar escolher um nome impactante para sua plataforma, definir os produtos, controlar processos de pedido, venda, entrega, formas de pagamento, campanhas de marketing e etc... , sem falar que você precisará ser encontrado e somente um bom planejamento poderá lhe garantir o sucesso da sua filial on-line.

O seu fornecedor precisa lhe oferecer estes serviços. Somente criar ou comprar um e-commerce de nada lhe será útil, sem um PLANEJAMENTO DE MARKETING DIGITAL.

Diante disso, seguimos os mesmos critérios para a escolha do fornecedor de site.


3 - E como deve ser um site de boa usabilidade e que disponha de serviços de e-commerce?

Um site com boa usabilidade e com e-commerce deve seguir algumas recomendações:

- Layout condizente com a identidade visual da sua empresa
- Textos curtos e objetivos
- Fotos e imagens com boa resolução
- Explicação sucinta dos produtos. Não exagere neste item
- Canal de comunicação com o cliente (formulário de e-mail e telefones acessíveis)
- Área para cadastro de usuários (Database para e-mail marketing)
- Verifique junto ao seu fornecedor, qual o provedor de hospedagem que ele utiliza e se a sua plataforma ficará hospedada em ambiente seguro
- Verifique também quais são os administradores de cartão de crédito inclusos e transportadoras
- E-mail marketing profissional (campanhas periódicas)
- Acompanhamento contínuo (Imagine-se deixando sua empresa por dois meses sem administração, sua filial on-line NÃO PODE ficar sem administração contínua)


4 -Como e onde procuro este bom fornecedor? Por gentileza, indique algumas empresas (pode ser de qualquer parte do país).

Hoje a procura por bons profissionais e empresas tem se intensificado através de pesquisas em buscadores web como Google, Bing e etc...

Vale a pena pesquisar antes de contratar um fornecedor para desenvolver seu site, seja na internet, seja no guia do seu bairro, seja através de indicações ou qualquer outro meio, pesquise, pois você estará concedendo ao seu fornecedor o direito de gerir ou participar da gestão da sua filial on-line. Muita atenção e critério para escolher seu fornecedor.

Algumas empresas para indicar:

Minhas empresas de consultoria e design web

AR MKT Digital (www.alex.ribeiro.nom.br)
ALIGATTOR Marketing Digital (www.aligator.com.br)


5 -O que eu preciso avaliar e ponderar antes de contratar uma empresa desenvolvedora de sites?

É preciso avaliar os serviços/produtos oferecidos, portfólio, tempo de mercado, tecnologias que utiliza e principalmente se a empresa pode lhe oferecer consultoria além de desenvolver seu site. Acompanhamento contínuo de profissionais especialistas é fundamental para o sucesso do seu site (filial on-line)


6 -Cite, em etapas, como deve ser feito o desenvolvimento do site e do e-commerce (planejamento, orçamento dos desenvolvedores, definição do fornecedor, proposta, montagem do site, teste de usabilidade, implementação final, etc..).

Pesquisa de fornecedores
Procure por empresas especializadas em desenvolvimento de tecnologias para internet e possam lhe oferecer consultoria em marketing digital.

Escolha de fornecedores
Defina o fornecedor avaliando seu portfólio e indicações

Orçamento
Solicite orçamento de serviços e avalie os benefícios que o fornecedor pode lhe proporcionar. Não se esqueça de verificar o acompanhamento dos serviços oferecidos, da consultoria e preço também.

Definição do fornecedor
Escolha do fornecedor inicia o Planejamento:

Sobre o que será o seu site? Definição do tema.

Escolha de domínio para o site (www.suaempresa.com.br)
Escolha do provedor de hospedagem

Briefing, levantamento das informações precisas sobre o que se espera do site, definir público alvo, definir os objetivos que se espera do site e data para início e término do projeto.

Linguagens de comunicação que serão utilizadas
Ex: Moderna ou Conservadora

Ferramentas e tecnologia utilizadas
Programas para criação e edição de imagens
linguagem de programação que será utilizada
Como serão feitas as animações se houver

Pesquisas
Avaliar a concorrência, quem são, quais os sites, o que e como fazem na internet, pontos fortes e fracos.
Público alvo, quem será o público do seu site

Criação
O que você pretende com seu site?
Vender, divulgar, informar? Ambos?

Estruturação
Quantas páginas e seções seu site terá

Desenvolvimento
Apresentação de layout para testes e ajustes se necessários.

Publicação do site e acompanhamento contínuo.


7 - Como saber se o fornecedor que eu contatei é de confiança, ou seja, quais os requisitos básicos que ele deve ter para que eu saiba que ele fará um bom trabalho (por gentileza, cite o que ele deve ter e o que ele não pode ter)?

Requisitos básicos de um bom fornecedor de serviços (Desenvolvimento de sites)
DEVE CONHECER MARKETING
Deve possuir portfólio e boas recomendações
Deve oferecer proposta de serviços clara e objetiva
Deve entender que o site não será para ele (fornecedor) e muito menos para você (cliente) e sim para os seus clientes.
Deve ter um bom atendimento e canal de comunicação aberto
Deve responder as dúvidas e perguntas de forma rápida e de fácil entedimento
Comprometido com o que foi acordado, como prazos para entrega dos serviços
Deve avisar com antecedência qualquer problema com a entrega de serviços nas datas combinadas
Deve oferecer acompanhamento e consultoria constante dos serviços prestados.

Requisitos que um bom fornecedor não pode ter
Além dos itens acima, desconfie de preço muito baixo, ofertas espetaculares como “seu site grátis”
Dê muita importância ao fato do seu fornecedor conhecer ou não conhecer Marketing, ele vai precisar conhecer se prometer te ajudar a vender com seu site.


8 - Depois do projeto pronto, o que eu preciso avaliar para me certificar que está tudo como eu planejei?
É preciso avaliar se todos os itens propostos no orçamento foram cumpridos e se os objetivos estão sendo atingidos, ou se o projeto está direcionado para que os objetivos sejam alcançados.

A sua satisfação será o termômetro para saber se tudo está ok conforme planejado.


9 - É necessário que o fornecedor ofereça consultoria pós implementação? Explique.
Sem dúvida!!! Sem acompanhamento e consultoria seu site ficará obsoleto e fora do jogo.
Imagine sua empresa (matriz) sem administração contínua? Agora imagine sua empresa (filial on-line)sem administração contínua?

Impossível sobreviver e se destacar em qualquer segmento.

Os objetivos da Consultoria deve ficar muito claro na proposta de serviço. Muitos fornecedores utilizam o termo “Manutenção mensal”, em nosso caso será Consultoria contínua.

Dúvidas, esclarecimentos ou treinamentos, entre em contato conosco:

através do e-mail: contato@alex.ribeiro.nom.br ou ligue para 11-2659-6807

Alex Ribeiro - Consultor de Marketing Digital

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Na rua ou no shopping?

Pontos-de-venda em diferentes locais, atraem perfis distintos de consumidores

Quando se pensa em abrir um negócio no varejo, seja uma boutique ou uma loja popular, uma das primeiras dúvidas que rondam a mente dos futuros lojistas é a localização do empreendimento. Saber adequar o perfil correto da loja à sua localização é uma tarefa muito importante e que exige atenção, caso contrário pode colocar todo o investimento a perder.

Para a consultora de vendas Marines Barroco, da Alex Ribeiro Marketing e Prospecção (São Paulo/ SP), no momento de escolher, não adianta conferir apenas se o local é movimentado e que classe social o frequenta. Segundo ela, é fundamental que se observe se o ponto-de-venda se encaixa no perfil do lugar, além de ver se há infraestrutura apropriada que permita que o comércio possa se expandir com o passar do tempo. “A localização deve ser de fácil acesso tanto para clientes quanto para fornecedores”, completa. Outro fator importante apontado pela profissional é que o empresário entenda as características do comportamento de consumo do local e identifique onde estão as melhores oportunidades de instalar a loja. “Ele também deve compreender que os custos de ocupação têm que se enquadrar na previsão de rentabilidade da loja”, comenta.

No shopping

Sabe-se que esse tipo de comércio - localizado em centros comerciais - vem crescendo muito nos últimos tempos. De acordo com pesquisas da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), o faturamento dos shoppings centers aumentam em média 12% ao ano. “Em grande parte, esse desempenho se deve ao fato de se oferecer tudo em um só lugar. As vantagens são muitas: tem público garantido, um processo forte em marketing, horário estendido, infraestrutura e é um ponto de referência para as pessoas”, argumenta.

Porém, é essencial saber se a empresa se enquadra no local. Os shopping centers têm regimes internos muito rigorosos feitos pela administração e precisam ser cumpridos. “Além das regras, existe o alto custo financeiro que vai desde o aluguel, percentual sobre vendas - cobrado como aluguel - e fundo de publicidade”, orienta Marines, lembrando, ainda, do maior gasto com funcionários, que acabam tendo que trabalhar em diferentes turnos.

Na rua

Em geral, os centros comerciais costumam ser mais atraentes do que um ponto-de-venda na rua, porém, se o preço unitário de seus produtos for relativamente baixo, por exemplo, é provável que nem compense instalar o empreendimento em um shopping center, já que os custos para manter uma loja nestes locais são bem mais elevados. Nas ruas, o aluguel tem um valor menor e o empresário tem total liberdade para entrar no mercado com ideias inovadoras. “Ele pode dispor de várias ideias para promover seus produtos, oferecer artigos alternativos sem pedir autorização para uma administração. E o grande diferencial é o melhor preço e o horário de funcionamento mais flexível”, cita.

Entre as desvantagens encontradas neste tipo de empreendimento, Marines aponta a disputa de atenção dos clientes com as demais lojas, trânsito, poluição visual, e até a presença de vendedores ambulantes, estes considerados um dos principais problemas. “Carência de segurança, dificuldade de estacionamento, falta de campanhas de marketing, retorno lento dos investimentos e dificuldade de o clima não estár favorável tendem a afetar o faturamento”, comenta.

Roberta Gerhard Döring/Jornal Exclusivo

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

The Top 10 Open-Source CRM Solutions

Softwares Open-Source para CRM, segue abaixo com os links (Em inglês)

1- SugarCRM Inc - http://www.sugarcrm.com/

2- SplendidCRM Software Inc - SplendidCRM Software Inc

3- CentricCRM - http://www.centriccrm.com/

4- Hipergate - http://www.hipergate.org/

5- Compiere Inc. - http://www.compiere.com/

6- Vtiger CRM - http://www.vtiger.com/

7- CentraView Inc - http://www.centraview.com/

8- XRMS CRM - http://sourceforge.net/projects/xrms/

9- Cream CRM - http://www.linuxsoft.cz/en/sw_detail.php?id_item=4440

10- Tustena CRM - http://www.tustena.com/crm/

terça-feira, 22 de setembro de 2009

A arte de Prospectar clientes

Para a realização de um bom trabalho de prospecção é necessário que tenhamos muita confiança, um bom planejamento e foco.

Identificar os pontos fortes e fracos do produto ou serviço que pretende vender é essencial para que possamos aperfeiçoar o bom e corrigir os pontos fracos se necessário, pois isso fará com que tenhamos confiança no que estaremos oferecendo aos nossos potenciais clientes.

A confiança nos traz um diferencial em relação à concorrência, pois além do conhecimento sobre o produto ou serviço e suas características e benefícios, ficará evidente ao potencial cliente estes detalhes durante uma possível apresentação, conversa ou negociação. Isso pode não resultar no fechamento de uma venda, mas a confiança certamente deixará portas abertas para possíveis futuros contatos e indicações.

Saber o que vender e para quem vender pode ser considerado uma arte de prospectar clientes. Para isso devemos partir para um novo passo que é planejar o que fazer depois de identificar os pontos fortes e fracos do produto ou serviço que vamos inserir no mercado oferecendo-o a potenciais clientes.

Planejar o que fazer...
Para quem vou vender, para quem vou oferecer, para quem vou me apresentar ........

Essa resposta é fundamental para que tenhamos resultados positivos em um trabalho de prospecção de novos clientes, precisamos saber o segmento que pretendemos inserir nossos produtos ou serviços e qual o perfil de cliente queremos para nossa empresa. Para alcançar bons resultados é preciso muita dedicação nesta parte do trabalho para não desperdiçar tempo, dinheiro e energia em campanhas que não cheguem ao seu potencial cliente.

visite meu site: www.alex.ribeiro.nom.br

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Descubra o que o cliente quer

Para conseguir o sucesso de um produto no mercado não basta apenas que este seja da melhor qualidade, ou que tenha a campanha publicitária mais vistosa e divertida. É necessário conhecer o que desejam os clientes e acordar sua a necessidade de comprá-lo e fazê-lo parte de sua vida.

Isto se consegue observando os comportamentos das pessoas, falando com elas e tratando de entender as emoções que lhes acorda cada palavra. Assim o descobriu faz uns anos Procter & Gamble quando decidiu lançar uma campanha universal para sua marca Pantene. O objetivo era posicionar o produto sem ter que desenhar uma estratégia diferente para cada país. Uma tarefa difícil se se tem em conta a diversidade de culturas com pensamentos e reações variadas ante uma mesma proposta, conta o Prof. Clotaire Rapaille, quem graças a sua teoria do código cultural conseguiu que a companhia pudesse ter sucesso com uma campanha global.

O conselho de Rapaille foi procurar uma palavra que conectasse o xampu com uma necessidade básica das pessoas, para estabelecer a comunicação. Os criativos de Pantene estavam convencidos que a mensagem era limpeza. Rapaille, quem por anos se dedicou a indagar o comportamento das pessoas, não se mostrou muito convencido e retou a Pantene a que lhes perguntasse a indivíduos de diferentes culturas qual era sua primeira impressão da palavra limpeza e daí sentimentos lhes acordava.

Criaram-se grupos de trabalho em diversos países, cada um conformado por sete pessoas de diferentes culturas para tratar de descobrir quão conveniente era utilizar a palavra limpeza na campanha. Depois de duas semanas, os grupos concluíram que para os japoneses a limpeza era muito importante, enquanto para os chineses não tinha uma grande relevância. Foi então quando Rapaille lhes explicou que encontrar uma palavra que fora comum a todas as pessoas era como descobrir o código secreto para abrir a mente do consumidor.

Surgiu então a idéia de sedução como uma segunda alternativa para conectar o shampoo com as necessidades do consumidor e novamente se submeteu a prova esta proposta. Mas, a palavra sedução também se encontrou com significados contrários em muitos países. O exercício serviu para que Pantene compreendesse que fazer perguntas singelas às pessoas, igual que o faz Rapaille com seus pacientes, era fundamental para tratar de descobrir o código universal que lhes permita decifrar o que querem e esperam os consumidores de um produto.

O poder da palavra: O código, como denomina Rapaille à palavra chave de uma estratégia de comunicação, tem o poder de gerar aceitação ou rejeição nas pessoas a partir das recordações imediatas que lhes gera. Isto se deve a que sempre há uma primeira vez para aprender algo, e uma vez se compreende seu significado o cérebro cria uma imagem mental, uma espécie de impronta subconsciente que seguirá usando toda sua vida e que em determinado momento é capaz de acordar boas ou más sensações.

(improntas subconscientes: o termo foi cunhado pelo etólogo Konrad Lorenz em 1935. estas impressões, declara, localizam-se no cérebro réptil (Wikipédia).

Depois de analisar muitas palavras mais, Procter & Gamble descobriu que a palavra saúde tinha a força necessária para chamar o atendimento dos consumidores em todo mundo e para relacioná-la com o shampoo decidiu mostrar o produto como um alimento para o cabelo, desenvolvendo uma linha especial com vitaminas e proteínas, cuja promessa era a de fazê-lo crescer forte e saudável.

O sucesso da campanha não deixou nenhuma dúvida de que há que trabalhar, inclusive antes de desenvolver os produtos, em cumprir as expectativas dos clientes.

Neste caso, o código cultural que podia ser diferente para cada cultura e exigia campanhas dirigidas, converteu-se numa linguagem universal para chegar a todos os consumidores no mundo.

Comunicação dirigida: No entanto, as campanhas universais não funcionam para todos os produtos e em alguns casos é recomendável fazer estratégias de comunicação dirigidas ao tipo de público que se quer chegar. Em isto Rapaille aconselha tomar-se um tempo para conhecer as culturas e com base nisso desenvolver estratégias de comunicação dirigidas para acordar emoções e conseguir a sobrevivência.

A comunicação deve ser clara e direta: É fundamental entregar ao consumidor a maior quantidade de dados, inclusive numéricos, para que ele faça uma idéia dos valores que tem o produto e com base neles tenha a oportunidade de comparar, analisar e decidir-se. No entanto, é claro que esses dados devem ter palavras chaves, previamente estudadas, que acordem interesse no consumidor como o fez Pantene ao relacionar o shampoo com a saúde e o crescimento para criar a necessidade de comprar o produto.

Rapaille recorre ao caso de Wal-Mart para mostrar como se pode responder às necessidades dos clientes e conseguir sua lealdade em momentos específicos. Quando a gente diz que está passando por uma crise econômica e por isso não compra é mentira e aí é quando Wal-Mart entra a reforçar sua posição de ajudar a que o cliente sobreviva com sua política de sempre preços baixos. Esta promessa de valor conseguiu a fidelidade dos clientes.

O ilógico neste e em qualquer outro caso seria que em tempos de crises uma empresa lançasse toda uma gama de produtos com mais vantagens e maior preço quando o que o consumidor procura é poupança com igual qualidade.

Prof. Dr. G. Clotaire Rapaille

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Valorize as mudanças

As mudanças são uma tentação constante. Seja mudança de emprego, de fornecedor ou métodos de trabalho, sempre ficamos entusiasmados com a possibilidade de obtermos resultados positivos oriundos de alguma mudança. Em sua grande maioria, as pessoas talentosas querem e precisam de mudanças em suas vidas e invariavelmente em tudo que as cerca.

Se você acredita no seu potencial e acha que pode fazer as coisas de uma maneira melhor, o que está esperando? O grande problema é que não nos contentamos nunca com os resultados obtidos e sempre queremos mais.

Não faz muito sentido estarmos sempre tentando mudar alguma coisa, assim como não faz muito sentido fugirmos de todas e quaisquer mudanças.

"Pessoas que se consideram inteligentes têm 47% mais necessidade de mudanças no seu mundo profissional. Eles sempre vêem possibilidades e oportunidades ao seu redor, mas devem evitar que o tédio seja o único fator que as motive a mudar apenas por mudar."

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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Um trilhão de páginas! Haja marketing digital.

Um trilhão! Este é o número de páginas da Web indexadas pelo Google, segundo informações da própria empresa. Mas vamos ser conservadores e imaginar que o número real seja apenas um por cento disso, ou seja, dez bilhões de páginas! Mesmo assim, é uma quantidade gigantesca, o que nos leva a uma pergunta crucial: como fazer para que um site seja encontrado em meio a esse oceano de concorrentes? Vamos ver quais são os prós e contras das principais estratégias de marketing digital.

Inserção nos sites de busca.
Essa continua a ser a mais importante e a mais barata forma de divulgação na Web, afinal, quem mais poderia encontrar sua página em meio a bilhões de outras, senão um site de busca como o Google? A otimização de sites é trabalhosa e exige conhecimento, além disso, a competição pelo topo é cada vez mais intensa. No entanto, uma posição top 10 (primeira página) no Google pode significar milhares de visitantes por dia sem nenhum custo direto.

E-Mail Marketing
O uso do email continua sendo a atividade preferida dos internautas e um bom trabalho de email marketing pode trazer muitos visitantes para o site. O complicador dessa estratégia continua sendo o famigerado spam que força os provedores a dificultarem o acesso ao Internauta, não somente por parte dos spammers, mas também dos comerciantes sérios que desejam se comunicar com seus próprios clientes. O envio regular de uma newsletter , embora demande a renovação freqüente de conteúdo, causa um excelente retorno em termos de fidelização e branding.

Anúncios em Banners - pay per view
A grande dificuldade de se anunciar nesse sistema é uma relação custo/benefício geralmente desfavorável para o pequeno anunciante. Além disso, essa estratégia passou a perder espaço para o sistema pay per click, mais vantajoso em termos de controle e de resultados.

Anúncios em links patrocinados - pay per click
O sistema de anúncios PPC, pagamento por clique, representam a evolução dos anúncios na Internet. A estratégia tem como grande vantagem um melhor custo/beneficio e uma grande facilidade de gerenciamento, mas pode não ser viável para produtos de baixo valor unitário ou de baixa taxa de conversão em razão da dificuldade de se atingir o ponto de equilíbrio entre o custo do clique e o lucro obtido com a venda.

Programa de afiliados
É uma ótima maneira de se gerar vendas e deve se consolidar no Brasil, assim como ocorreu em outros países. O empecilho ainda é a inexistência de software de gerenciamento de afiliados, ou provedores desse tipo de solução no mercado nacional.

Marketing Viral
É bastante interessante para produtos que ofereçam algum tipo de apelo que possa instigar o interesse dos internautas. Exige competência e muita criatividade, mas pode representar uma grande sucesso para produtos específicos, como ocorreu com o hotmail , por exemplo.

Redes Sociais
É a mais recente novidade do marketing digital e faz todo sentido na medida em que as redes sociais como Orkut, Facebook, Twitter, My space, entre outras, são o ponto de encontro das pessoas na era da Internet. Mas é necessário ainda um tempo de maturação, com mais experiências bem sucedidas, para que se desenvolvam as melhores práticas no setor.
É importante frisar que uma mesma estratégia pode propiciar resultados diferentes, conforme o segmento de atuação e produtos comercializados, portanto, todas as estratégias devem ser testadas até se descobrir as mais viáveis em cada caso. O importante é que não faltam alternativas intessantes de marketing digital para que o empreendedor consiga trazer muitos visitantes para o seu site.

Por Dailton Felipini

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

MEU PAI USA O TWITTER E O FACEBOOK



Frequentemente eu escuto de vários profissionais de marketing que a internet não é o melhor canal de relacionamento com seu público. O argumento é quase sempre o mesmo: internet é para jovens e não serve para quem trabalha com público adulto.

O Estadão publicou hoje uma matéria no caderno de economia que mostra que estes profissionais estão redondamente enganados. Alguns dados sobre os principais canais digitais existentes mostram que os adultos são os grandes responsáveis pelo impulso da nova tecnologia.

No caso do Twitter, grande febre do momento, somente 11% dos usuários têm idade entre 12 e 17 anos. No caso do Facebook e Myspace, apesar dos estudantes adolescentes terem sido os primeiros a adotarem a nova plataforma, hoje eles representam 9% e 14% respectivamente. O principal usuário dos blogs são os adultos. O mesmo acontece com os videogames como o Wii e os leitores digitais como o Kindle da Amazon.

Se você é profissional de marketing e continua achando que internet é só para jovens, é melhor você rever seus conceitos. Ou procurar outra profissão!


Escrito por Ricardo Pomeranz

3 dicas de Donald John Trump, empresário e milionário norte-americano


1 - Ame o que você está fazendo. Se não, você nunca será bem sucedido. ‘Se você ama seu trabalho,’ diz Trump, ‘você trabalha com mais afinco, trabalhando mais duramente, será melhor nele.’ É mais fácil ser bom em algo quando você ama o que você está fazendo.

2 - Nunca desista. Isto é realmente importante. ‘Você não terá êxito se parar. Assim não pare!’. Esta dica está ligada à primeira, ‘Se você ama algo que faz, você é menos inclinado a parar. ’ Logo: Faça o que ama e não desista nunca.

3 - Às vezes você deve ir contra a maré. Às vezes você apenas tem que ir com seu instinto. Às vezes as maiores oportunidades se encontram no sentido contrário que todos estão indo.

3 dicas de Donald John Trump, empresário e milionário norte-americano

1 - Ame o que você está fazendo. Se não, você nunca será bem sucedido. ‘Se você ama seu trabalho,’ diz Trump, ‘você trabalha com mais afinco, trabalhando mais duramente, será melhor nele.’ É mais fácil ser bom em algo quando você ama o que você está fazendo.

2 - Nunca desista. Isto é realmente importante. ‘Você não terá êxito se parar. Assim não pare!’. Esta dica está ligada à primeira, ‘Se você ama algo que faz, você é menos inclinado a parar. ’ Logo: Faça o que ama e não desista nunca.

3 - Às vezes você deve ir contra a maré. Às vezes você apenas tem que ir com seu instinto. Às vezes as maiores oportunidades se encontram no sentido contrário que todos estão indo.